segunda-feira, 4 de maio de 2015

Marraio Feridô Sou Rei!


Quanto aos intelectuais,
“comprados” ou “vendidos”, tanto faz;
bandidos, nada (de)mais...
E a filósofa Marilena Chabu,
m(ed)usa PeTralha,
ódio à classe média, declara
e a nomina fascista, violenta e ignorante;
como se a não mediana vida,
medíocre subexistência
com quinhentos reais,
capacitasse estes “iguais”
a subirem degraus,
chegando ao mesmo patamar,
ainda que, sensorial,
dos que, apesar de conquistas individuais,
mediante crasso sacrifício;
frágil e verdadeiramente,
têm a sobrevivência em declínio,
um suposto fracasso; 
mas, a sensação de um bom ofício
ainda (n)os torna um pouco mais diferentes
daqueles que, primeiramente,
a ignóbil 
PalesTrante se referiu.
Assim pressupõem
os alquimistas do PlanalTo;
de fato, igualam os níveis sociais,
abaixo dos quais; cadê'ela? Não se vê!
No palco, rosnou muito e agrediu,
agradou a platéia, que aplaudiu,
olhou pro lado e viu
que o mo
llusco sorriu;
certamente, atéia,
sem medo da morte;
mas, escuta, tem rima:
"a sorte muda, mocréia!"
Assim, temos que separar o trigo do (Jô)io;
ares poluídos pelo gordo MAG,
Militante em Ambiente Global
que se alia ao inimigo, tal e qual;
não vê ou não quer fazer alarde;
mas, “numerado”,
ganha um tag que o identifica
como outro canalha bem pago,
a serviço do ParTido;
nada mais o qualifica, reles covarde.
Aliás, a SALIC,
à peça shakespeareana, deu guarida;
assim, Troilus e Cressida,
o drama da mitologia grega, ganhou vida;
com direção, cultura e inteligência
de quem não deveria r(v)ender-se
às custas da ignorância de outrem;
tão somente pela ganância que lhe convém.
Mas, nesse corporativismo de intelectos,
que outros a$pecto$ os unem?
Indo à temática externa,
sem delação premiada,
não temos nada.
No caso presente,
apurar pra prender, ministro,
primo de ex-presidente,
não é argumento válido,
é perda de tempo e provas;
assim, ao abrir mão da 2ª turma,
quando tinha a prioridade;
deixou, óbvio, o “PilaTos” presente.
Então, se não pode ajudar, não comente;
pois, só torna mais esquálida,
a obtenção da verdade.
Depois, nove executivos liberados
por um Supremo, (M)S(P)TF, “liderado pelo demo”
e ao comando deste,
um adEvogado bolivariano, incomPeTente;
mas, com PaTente pra julgar
quem quer que seja; claro, de interesse,
em quaisquer dias;
outro, na Prática e na Teori(a),
não republicano
e um terceiro, doravante,
não mais me engano;
nome de ex-goleiro da seleção,
mesmo time do julgador,
que jo(ul)gou na linha de frente do ParTidão,
fez o gol, contra, da (des)classificação,
3x2 foi pior que o 7x1;
agora, “noves fora, zero; nenhum”
Mas, no Superior, STJ
não tem Senhor externo;
pois, para o digno magistrado,
a prisão temporária mantida,
do afilhado do Bob,
“preserva a manutenção da ordem pública”.
Bola ou Búl(r)ica? Com ele ou com erre?
Não sei e daí?
Marraio Feridô Sou Rei!
Assim, meu nobre,
continue no seu “cagador” tipo “boi”
ou comece a falar;
penso, é melhor “du’que” calar,
pra deixar de ser a bola da vez;
pois, as vaccas ainda vão pro brejo;
digo, replico e em tréplica,
a que rezza, por ora, se despreza;
a que ri, enquanto a Marice,
que quer bem a(o)cunhado;
ops, não foi ela, foi a própria irmã,
a mulher do trancafiado
que depositou uns “trocados”
que foram filmados;
“tudo de acordo com os conformes”.
Nem sei o que escreveu
o jornalistazinho safado,
do Conversa Desviada;
com certeza, o PeTralha subsidiado
com o seu papo furado, os defendeu.
Mas, a “fugitiva” nada disse
sobre o seu paradeiro;
pois, em 9 de abril, estava no Panamá,
bem próximo à cuba (que pariu);
foi levar dinheiro a mando do Bob?
Foi ele que pediu? Sabe-se lá!?
Sobe! Por fim, falávamos de gado;
tem a vaca que tosse,
desde a posse do 2° mandato;
ella mesmo, do estelionato eleitoral.
Quanto desacato a suportar,
antes do fim; quanto lamento,
não sabendo, afinal,
em qual estágio estamos,
nem mesmo quando será o final
desse infindável tormento; ainda assim,
“não há mal que sempre dure,
nem bem que nunca se acabe...”

O Dia do Vazo


Qual o problema desse tema?
Não que eu tema, "pustema",
não vale a pena;
apenas, queria entender
a desinteligência
de repetidas ocorrências;
de quem fala e não pensa
que não tem consequências
ao falar de improviso;
sem ter a competência
pra se fazer entender
e só demonstrar incongruência,
com tantas falácias
e quantas mentiras.
Assim, calar é preciso
ou gravar, de castigo,
as falas, sem o perigo
de não esclarecer
o que quer dizer;
mas, às favas, ninguém quer ouvir;
assim, melhor se esconder,
fugir das panelas nas janelas,
durante o telejornal,
fortuita propaganda eleitoral 
antes da novela.
Gratuito, porém, este aviso;
claro, você vai dizer o que quiser,
quando bem entender;
porque “a Expressão da Liberdade
é a Liberdade da Expressão”;
não se pode tolher.
Assim, sempre que aparecer,
vai ter panelaço;
também, tuitaço,
buzinaço e muita vaia;
pois, aqui, ninguém é palhaço,
só esperamos que você saia.
Assim, sei o porquê do ‪#‎HumanizaRedes;
sem dúvida, mais um passo para recrudescer
“o Projeto do Poder pelo Poder do Projeto”,
objeto de censura a ser combatido.
Outro braço do 
(Desa)Foro de São Paulo,
este, criado pelos dinossauros mulla e fudel,
nos primórdios dos anos noventa,
com a complacência fabiana do “efe-agá-cê”, será?
É isso que o povo aguerrido
não mais agüenta e não atura
a “cara dura” daqueles que querem desmerecer
os que sabem fazer acontecer.
Por isso, melhor chamar de #‎EscravizaReses
.
Às vezes, penso, é surreal;
de fato, é loucura imaginar
que a revolução gramscista possa triunfar
sobre a nossa vontade de libertar o país
dessa corrente, invisível,
que quer e vai nos aprisionar; vai?
Se tortura, nunca mais;
então, comunismo, jamais!
Se o primeiro dogma é verídico;
o segundo, muito mais,
o dito Relatório da Comissão da Verdade;
de concreto, da omissão unilateral;
incompleto, só aponta um lado algoz;
pois, omite assaltos a bancos,
seqüestros e arrestos ilegais;
hoje em dia, tão contumaz,
quanto mais permanente
a pertinácia em quem é capaz
de (re)produzir as mesmas táticas
de uma guerrilha atroz.
De fato, nunca foi torturada,
pioneira da delação premiada,
alega aos camaradas
confissão sob tortura,
por delirante “paúra”,
pra não sofrer as agruras
decorrentes dos seus atos
e ainda fica com o cofre do Adhemar;
não pode levantar suspeita na CoLiNa;
ella, Estela ou Wanda ou Luíza ou Marina...
Assim, mentirosa compulsória,
nem vou falar dos falsos diplomas
de mestrado e doutorado;
ops, já falei; mas, da história,
sugiro, faça uma paródia
sobre O Dia do Fico
e outorgue O Dia do Vazo;
depois, proclame, sem custódia:
"se é para o bem de todos
e felicidade geral da Nação,
digam ao povo que vazo.”
Conclamo: #VazaDillmaVez.