quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

GRES Unidos da Vila PeTralha - 2ª Parte


1° Quesito, Harmonia:

Não há, entre os 3 poderes;
o Executivo, só o que quiseres,
o Legislativo, senatorial,
legisla em caso de propina;
gorjeta, na América Latina,
verba, para quanto puderes.
Claro, há muitos descontentes,
decentes; mas, ainda impotentes
para os quereres, quando tiveres.
A Câmara tem o poder do contra-ponto;
pra começar, impositivo orçamento
 e vem mais tormento, PresidAnta!
Ah, faltou o Judiciário;
mas, segundo o molusco:
“não vale nada,
o que vale são as relações
entre as pessoas.”
Gente boa! Grande sacada!

2° Quesito, Fantasia:

Neste caso, os disfarces dos integrantes
e as promessas de campanha da farsante;
antes, PáTria Educadora; depois, repressora;
também, com esses professores!?
Outrora, “nem que a vaca tussa”;
agora é tuberculose!?
A dose aplicada é forte
pode ser a “causa mortis” da população.
O imposto pago sobre a importância líquida
 da herança ou legado
ou a morte, propriamente dita?
Mentiras mal ditas,
maldita mentirosa,
dois meses “escondida”,
vai tirar prosa?

3° Quesito, Alegorias e Adereços:

CIDE, IOF, outras taxas;
quem sabe confisco, com CPMF?
IR não tem correção
ou abaixo da inflação?
Combustíveis, energia;
claro, com aumento de preços.
Não, não, são ajustes.
“Ah! Que alívio...”
O preço da roubalheira,
nós vamos pagar?
E a quebradeira do país,
o rombo na PeTrobraX,
vamos contabilizar?
“Ai que dá pista”,
das empresas múltiplos X;
daqui a pouco aparece,
o verdadeiro assombro,
os escombros do BNDES
comissionando ladrões,
financiando o porto cubano
de Mariel ou Muriel, tanto faz;
pois, é esse o papel do capicomunismo.
E o corredor da morte,
rodoviário e interoceânico,
tráfego e tráfico de cocaína,
a quem se destina?
Financiamento satânico!
Ê!Ê!Ê!Ê!Ê! Índio quer o mar;
não vai ter, é Bachelet!

4° Quesito, Mestre-Sala e Porta-Bandeira:

Esses são Hors Concours.
Lullampião e Dillmaria Bolita,
o “Cangachaceiro Batateiro”,
monstro nascido no Sindicato de SBC
e a Ex-Guerrilheira de Esquerda
“amorfa formatada na COLINA”,
Esponja e Estela, “menina velha”;
também conhecida pelas alcunhas
Patrícia ou Luiza ou Wanda.
Não sei o porquê;
mas, me lembrei do Cunha...
KKK, não, não estou rindo;
nem (in)citando a Ku Klux Klan;
mas, troque o último nome por Klunha;
hoje, quem sabe, o único homem
que pode mudar o amanhã;
mas, depois falo dele;
pois, só há uma quimera,
os nomes della é que são distintos.
Também, não posso esquecer do Bob,
o cérebro por trás do molusco
e da organização criminosa;
este sim, o Zé, das múltiplas faces.
mas, será que a Va(c)ca ri e vai pro brejo?
B(a)rusco lampejo?
Vão cassar ou caçar a delação premiada?
Saibam, no dia 11, tomamos no TCU.

...continua...

GRES Unidos da Vila PeTralha - 1ª Parte


50 Tons ou 4ª-feira de cinzas,
hein, Sra. Ranzinza?
Ou 51 Tons de Pingas,
Sapo Barbudo, Cangachaceiro?
O cinema deturpa o livro;
mas, a história há de contar
 que, em tempos de carnaval,
o paladino da justiça, na surdina,
nos bastidores do “Palhaço do Planalto”,
planeja novo assalto, com o
GRES Unidos da Vila PeTralha.
Depois, a “ComandAnta-em-Chefa”
vai usurpar nosso tempo
pra mentir em cadeia nacional.
Mas, quais os cortes e navalhas?
Vamos mudar de canal, a cabo,
enquanto podemos;
pois, as inverdades a serem narradas,
não cremos, mas, não acabam.
E o pior, tem gente que acredita, piamente;
outros mentem, novamente;
velhos, não desmentem.
Ah! Papuda e pro molusco, também;
afinal, é precursor e percursor
das mentiras deslavadas.
Midas, às avessas,
descumpre promessas,
ainda surfa em marolas;
textualmente, da mídia:
“é um ser desprezível, amaldiçoado;
tudo que elle toca,
desmoraliza, corrompe,
degrada, suja,
contamina, avilta,
apodrece e destrói!”
Mas, quantos são os cúmplices,
e os PeTralienados?
E se somarmos a massa de manobra,
sobram quantos brasileiras e brasileiros
pra virar o jogo e mudar o resultado?
Antes, deixa eu definir o perfil;
nada mais que um pobre coitado,
que foi iludido, está arrependido
e não é “militonto”;
estes, aos milhares, infiltrados,
nem pelego do funcionalismo;
mas, prefere calar,
não se importa em quem vai votar;
pois crê, não pode e não quer mudar
o seu destino e o do Brasil.
“Então, depois, não cobra!”
E as elites intelectuais
favorecidas pela Lei Rouanet?
Por exemplo:
“Xico, o Artista e o Tempo”.
Em 2010, influência do Sapo Barbudo;
em 14, BIS; não, não é o avião
é só o ilustre passageiro
vendendo ilusão ao povo
por um bom dinheiro novo.
Mas, nosso tema: o que é GRES?
Grêmio Recreativo (da) Escola de Samba? Não.
Gangue Reveladora (da) Escória de Sampa.
A capital e a grande metrópole,
(re)uniram os sindicalistas de 80
aos forenses, a partir de 90;
em busca do capital,
camuflados na reforma social
e embasados no Real,
tão sordidamente combatido,
virou moeda de valor
nas mãos dos terroristas,
estes pseudo-socialistas;
de fato, comunistas,
quer militantes, (narco)traficantes,
anarquistas, oportunistas
e os black blocs, ativistas encapuzados,
destruindo patrimônios públicos e privados,
sem parcimônia
e matando jornalistas,
heróis solitários, que saem do anonimato
com morte prematura, dolosa,
na cobertura, no registro de um fato
que a história não pode esquecer.
Ilídio, esse idílio, de respeito, é pra você!
Epa! Vai começar a apuração;
nosso tema é o carnaval.
Urnas eletrônicas, não;
mas, eleição platônica,
já sabemos o resultado.
Evolução é critério de desempate;
Conjunto, da obra,
cobra engolindo cobra,
não cabe mais nessa peleja,
foi alijado da disputa;
enfim, pela ordem do sorteio,
aos sumários...

...continua...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Catador de Cocô


Na história deste país, nunca antes,
um catador de estrume de elefantes
teve ascensão tão meteórica;
de R$600,00 de salário
a mega empresário
da telefonia, frigoríficos e demais.
Não é queixume, nem é boato,
é fato não contraditório;
mas, cadê as provas?
Assim, continua a retórica,
rápido, de rico a milionário;
desse jeito, eu também fico.
Tráfico, até onde eu sei, só de influência;
mas, qual a agência de emprego?
Quanto talento ou é filho do dono?
Ah, do território nacional,
afinal, estas notícias não saem no jornal;
é na boca miúda, de fonte segura
que se apuram as falcatruas, as dele;
não, as minhas ou as tuas.
Mas, por falta de oportunidade,
“a ocasião faz o ladrão”
ou por idoneidade, caro leitor?
Pois, enquanto escrevo, vou relendo
e se, nem por pouco;
então, lesa-pátria, jamais!
Aliás, o dito cujo “Catador de Cocô”,
catava, também, de aliá;
no popular, “elefoa”,
na boa, melhor ouvir elefanta;
quase como presidAnta,
afinal, neologismo não se impõe;
só um parêntesis, se conquista.
Mas, vagabundo deixa pista;
então, cabe à Polícia Federal investigar
ao MPF, acolher as denúncias
e ao Supremo, julgar;
serão vazias ou vão esfriar?
Transição de juízes,
vamos esperar a PEC da Bengala;
daqui a pouco, eu falo;
enquanto isso, na sala da (In)justiça...

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Seca a Jato


Sábado de carnaval, leio o blog "O Antagonista", onde "Luís Inácio corre para salvar Luiz Inácio"; desta forma, me deparo com o maquiavelismo incessante da trupe, que pretende criar ou já implementou uma Instrução Normativa, que permite ao TCU, em sintonia com a CGU, analisar os acordos de leniência firmados com o Estado. 
Em outras palavras, as delações premiadas cessam, as empresas pagam multas; mas, não mais se configuram como inidôneas, continuando a prestar serviços, claro, a pagar propinas; também, por esse artifício, o Exmo. Juiz Federal de Curitiba, uma das raras autoridades morais desse país, é "descartado"; pois, as questões levantadas não mais precisam passar por sua avaliação.
Não há necessidade de contar tudo; assim, também por este fato, é praticamente impossível imputar crime de responsabilidade à presidência, como bem explanado no blog.
Que país é esse???
Só me resta fazer uma paródia para o dia alegre de carnaval, com alma triste.
Penso que todos conhecem essa maravilhosa música do Paulinho da Viola, em carnaval vitorioso da Portela.

Se um dia
a operação for consumada
 e concluir todos mandatos,
será difícil julgar.

Não há prisão;
mas, quanto dissabor,
ladrão não é fácil pegar;
a marca dos seus desenganos,
você apagou;
só delação pode mostrar.

Então, mais que vem
um acordo leniente
do “Sinistro da (In)Justiça",
novo conluio, sem pista;
era dia de “Seca a Jato”.

Carregavam malas cheias;
mas, lembravam o que ficou,
quando alguém
 que desconheço anunciou:
“PeTralhas, canalhas!”
A gangue tocando a roubada,
nunca se preocupou.

Controladoria (Geral),
quando vi você burlar;
de novo, o país sendo enganado,
trouxa, estou sendo roubado;
não quero me conformar!

Não posso esquecer aquele tom,
não era marrom,
é vermelho carmim.
É o inferno,
que destrói as nossas vidas;
vamos, heróis, lutar até o fim.


laiá, laiá, laiá, laiá...